Novos ataques aéreos atingiram Irã e Israel nesta segunda-feira, 30 de março de 2026, em meio à continuidade da guerra no Oriente Médio. Em Teerã, houve registro de apagões após bombardeios, enquanto projéteis também foram avistados sobre Jerusalém e a Cisjordânia. No mesmo contexto, o governo iraniano negou a existência de negociações com os Estados Unidos e classificou as exigências americanas como excessivas e irrealistas. De acordo com informações da Radioagência Nacional, o cenário também inclui novos desdobramentos militares em Israel e no Líbano.
Para o Brasil, a escalada no Oriente Médio é acompanhada com atenção porque a alta do petróleo no mercado internacional pode pressionar os preços dos combustíveis e afetar custos de transporte e logística, com reflexos mais amplos sobre a economia.
Segundo o relato original, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar no fim de semana que as negociações com o Irã estariam avançando e que novas lideranças poderiam ser mais razoáveis. Ao mesmo tempo, manteve ameaças relacionadas ao petróleo iraniano e à ilha de Kharg, apontada como responsável por 90% das exportações do produto pelo país.
O que o Irã disse sobre uma possível negociação com os Estados Unidos?
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, negou nesta segunda-feira qualquer negociação com os Estados Unidos. Ainda de acordo com a reportagem, ele afirmou que as exigências americanas são excessivas e irrealistas.
Na TV estatal iraniana, o governo também confirmou a morte do comandante da Marinha da Guarda Revolucionária, Alireza Tangsiri, em um ataque israelense ocorrido na semana passada. O texto original não informa detalhes adicionais sobre as circunstâncias da ação.
Como ficaram os principais pontos do front militar?
No norte de Israel, a refinaria de Haifa voltou a ser atingida nesta segunda-feira. Não há confirmação, segundo a notícia, de que o ataque tenha partido do Irã ou do Hezbollah, grupo que atua no Líbano. O governo israelense informou que, apesar do incêndio, a produção de combustível não foi afetada.
Já no Líbano, Israel ampliou no fim de semana as operações de ocupação no sul do país, sob a justificativa de impedir o lançamento de foguetes do Hezbollah. A capital, Beirute, também foi alvo de ataques, conforme a reportagem reproduzida pela Radioagência Nacional.
Qual é o impacto humanitário e político citado na reportagem?
O Ministério da Saúde do Líbano informa que as operações israelenses já deixaram mais de 1,2 mil mortos. A reportagem acrescenta que milhares de pessoas estão refugiadas, incluindo idosos e crianças, em meio ao agravamento do conflito.
Nos Estados Unidos, quase 1 milhão de pessoas contrárias à guerra foram às ruas no domingo em cerca de 3,1 mil manifestações do movimento No Kings, em cidades como Nova York, Los Angeles e Washington. Segundo o texto original, foi o maior protesto de rua em um único dia já registrado.
Quais efeitos econômicos foram mencionados?
Na Europa, o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, alertou que, após um mês de guerra contra o Irã, houve elevação dos preços da energia para as famílias e possibilidade de impacto econômico semelhante ao observado durante a pandemia de covid-19.
Entre os principais efeitos citados no material original, estão:
- novos ataques aéreos sobre Irã e Israel;
- negação iraniana de negociação com os Estados Unidos;
- ampliação das operações israelenses no sul do Líbano;
- mais de 1,2 mil mortos no território libanês, segundo o Ministério da Saúde local;
- alta do barril de petróleo Brent, perto de 110 dólares.
Ainda de acordo com a reportagem, o barril do petróleo tipo Brent operava em alta nesta segunda-feira, perto de 110 dólares. Como o petróleo é uma referência global para combustíveis e fretes, movimentos desse tipo também são relevantes para o mercado brasileiro. O texto informa ainda que a apuração inclui informações da agência Reuters.



