A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou a fiscalização do uso do espectro de radiofrequências durante os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial, entre 15 e 17 de fevereiro, na Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro. De acordo com informações do site da Anatel, a operação foi planejada desde o final de janeiro.
Como foi a operação da Anatel?
Com mudanças no sistema de sonorização do sambódromo, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) solicitou reforço da equipe da Anatel. Fiscais do Ceará, Amazonas e Espírito Santo, além da Gerência Regional do Rio de Janeiro, participaram da operação. A equipe realizou ações prévias durante os ensaios técnicos em 30 de janeiro e 7 de fevereiro para identificar possíveis fontes de interferência.
Qual foi o foco da fiscalização?
A atuação teve caráter orientativo e preventivo, focando na correta operação de microfones sem fio e outros equipamentos que utilizam radiofrequência. Isso permitiu antecipar e corrigir interferências antes dos desfiles. A Anatel manteve monitoramento contínuo do espectro nos três dias de evento, assegurando o funcionamento harmonioso dos sistemas de comunicação.
O que disseram os representantes da Liesa e da Anatel?
“É um ano muito importante, com uma grande mudança na engenharia de som do sambódromo. A parceria com a Anatel é fundamental para garantir a conformidade dessas operações”, afirmou Gabriel David, presidente da Liesa.
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Edson Holanda, conselheiro da Anatel, destacou: “A atuação da Anatel além do papel de fiscalizar, garante que a infraestrutura invisível suporte desde a segurança pública até a transmissão global em tempo real.”



