AC/DC, a icônica banda australiana de rock, inicia nesta terça-feira, 24, a etapa brasileira de sua turnê mundial. De acordo com informações da Veja, a banda, formada em 1973, continua a atrair multidões, apesar das críticas sobre a qualidade atual de suas apresentações.
O que motiva as críticas aos shows do AC/DC?
A longevidade do AC/DC no cenário musical é notável, mas não sem desafios. A banda enfrentou a perda de seu vocalista original, a aposentadoria de Malcolm Young devido à demência, e problemas auditivos de Brian Johnson. Hoje, apenas Angus Young permanece da formação original. Críticos apontam que os vocais de Johnson, de 78 anos, e as performances de Angus, de 70, não têm mais o mesmo vigor.
“É um longo caminho para o topo se você quiser fazer parte do rock’n’roll”, diz uma velha canção do AC/DC.
Como os fãs reagem às críticas?
Apesar das críticas, os shows do AC/DC no Brasil estão com ingressos esgotados. A banda continua a atrair não apenas fãs de longa data, mas também novas gerações. Para muitos, assistir a um show do AC/DC é uma oportunidade de homenagear lendas do rock. A nostalgia e o desejo de testemunhar os últimos momentos de uma era parecem superar as críticas sobre a atual performance da banda.
Qual é o impacto da idade nas bandas clássicas de rock?
Assim como os Rolling Stones, o AC/DC enfrenta críticas sobre a disparidade entre a idade de seus membros e o conteúdo juvenil de suas letras. No entanto, a presença contínua de fãs nos shows sugere que a música transcende essas questões.
“Poucos espetáculos na vida moderna são mais sublimemente ridículos do que os geriátricos Stones tocando os acordes iniciais de Street Fighting Man”, comenta o jornalista David Remnick.
A música continua a ser uma poderosa força de conexão e celebração.
Fonte original: Veja.


