Durante um encontro realizado na quinta-feira, 12 de março, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSolar) reuniu-se com a diretora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agnes da Costa, para discutir a terceira fase da Consulta Pública 45/2019. De acordo com informações do Absolar, a associação destacou a necessidade de uma avaliação mais aprofundada da proposta apresentada na Nota Técnica da Secretaria de Gestão e Metas (SGM) de conclusão da CP.
Qual é a proposta da ABSOLAR?
A ABSOLAR propôs um período experimental de pelo menos 12 meses, durante o qual o atual rito de cortes físicos seria mantido. Neste período, as hidrelétricas com energia vertida turbinável (EVT) seriam cortadas primeiro, seguidas pelas fontes solares e eólicas. Posteriormente, na fase de contabilização ex-post, esses cortes seriam rateados entre as fontes, permitindo uma avaliação dos impactos sobre os agentes do setor.
Como a Aneel está respondendo às propostas?
A diretora da Aneel, Agnes da Costa, afirmou que está analisando como abordar o tema e anotou todos os pontos apresentados pela ABSOLAR. Ela reconheceu a necessidade de previsibilidade destacada pela associação.
“Entendemos o pleito da ABSOLAR de necessidade de previsibilidade”, afirmou a diretora.
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Qual é a posição da Aneel sobre a inclusão da MMGD?
Em relação à inclusão da Micro e Minigeração Distribuída (MMGD) nos cortes, a diretora expressou preocupação sobre se o tema deveria ser tratado na CP 45. Segundo o entendimento da Aneel, este assunto não será abordado nesta Consulta Pública, ficando pendente a definição de como e quando será tratado pela agência reguladora.
Fonte original: Absolar


