O Instituto Brasil Logística (IBL) divulgou uma nota neste sábado (21) repudiando os protestos realizados na sede da Cargill em São Paulo e a ocupação de suas instalações no porto de Santarém, no Pará. De acordo com informações da Folha, os atos foram liderados por representantes de povos indígenas e movimentos sociais que criticam os planos do governo federal para aumentar o escoamento de produtos por hidrovias amazônicas.
Quais são as críticas do IBL?
O IBL, que inclui membros como a CNT e a ABTP, afirmou que as ações dos manifestantes, como vandalismo e ameaças, são inaceitáveis e extrapolam formas legítimas de reivindicação. A entidade destacou que as pautas dos manifestantes são de competência do governo federal e não têm relação com as atividades da Cargill.
Qual é a posição do governo?
O governo Lula está preocupado com o impasse e busca atuar como mediador. Recentemente, uma obra de dragagem no rio Tapajós foi suspensa até que uma solução seja encontrada. O IBL solicitou às autoridades a reintegração de posse e a garantia da segurança operacional.
- Reintegração de posse solicitada
- Segurança operacional garantida
- Suspensão de obra no rio Tapajós
