A Meta deve ultrapassar o Google em receita publicitária global em 2026 pela primeira vez em duas décadas, segundo projeção da eMarketer citada pelo site B9. A estimativa aponta que a Meta feche o ano com US$ 243,5 bilhões em receita com anúncios, ante US$ 239,5 bilhões do Google, em uma disputa marcada por diferença estreita e mudança na liderança do mercado digital global.
De acordo com informações do B9, a projeção da eMarketer também indica uma vantagem pequena da Meta em participação de mercado: 26,8% contra 26,4% do Google. O dado sinaliza uma possível virada simbólica em um setor que, por cerca de 20 anos, foi liderado pela empresa de buscas.
O que muda com a projeção para 2026?
Se a estimativa se confirmar, 2026 marcará a primeira vez em que o Google perderá a liderança em receita publicitária global desde que consolidou sua posição dominante no mercado digital. A mudança, ainda que por margem reduzida, representa um reposicionamento importante entre duas das maiores plataformas de publicidade do mundo.
Os números citados mostram que a diferença projetada entre as empresas é de US$ 4 bilhões em receita publicitária. Em termos de participação de mercado, a distância prevista é de 0,4 ponto percentual, o que reforça o cenário de concorrência apertada entre as duas companhias.
Quais são os números projetados para Meta e Google?
Segundo a projeção mencionada no texto original, os principais números para 2026 são os seguintes:
- Meta: US$ 243,5 bilhões em receita publicitária global
- Google: US$ 239,5 bilhões em receita publicitária global
- Participação da Meta: 26,8%
- Participação do Google: 26,4%
Esses dados foram apresentados como estimativas da eMarketer reproduzidas pelo B9. O texto original destaca que a diferença é pequena, mas suficiente para apontar uma possível troca de posição no topo do mercado publicitário digital.
Por que a possível ultrapassagem é relevante?
A relevância está no peso histórico do Google na publicidade digital. Ao longo de duas décadas, a empresa foi associada à liderança do setor, tornando a eventual superação pela Meta um marco de mercado. Ainda que a distância entre as empresas seja reduzida, a alteração no ranking tem impacto simbólico e pode influenciar a forma como o setor observa a competição entre plataformas.
O texto-base não detalha os fatores operacionais ou estratégicos que levariam a essa mudança, e por isso a reportagem se limita ao que foi informado pela fonte e pela projeção citada. O dado central é a previsão de que a Meta termine 2026 à frente do Google em faturamento com anúncios em escala global.
Com isso, o cenário projetado para 2026 indica uma mudança de liderança em um dos segmentos mais relevantes da economia digital. Caso os números se confirmem, a Meta passará a ocupar o primeiro lugar em receita publicitária global, encerrando um longo período de domínio do Google nesse mercado.