O Ministério de Minas e Energia (MME) promoveu um debate sobre os impactos regulatórios nos Sistemas Isolados durante o workshop Energias da Amazônia, realizado em Manaus (AM) nesta terça-feira (10/02). De acordo com informações do Ministério de Minas e Energia, o evento abordou a implementação da Livre Proposta de Interesse (LPI), que visa reduzir os custos da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) através de soluções mais eficientes e sustentáveis.
Como a LPI contribui para os Sistemas Isolados?
O Coordenador-Geral de Sistemas Isolados, Claudir Costa, destacou a importância da LPI no contexto do programa Energias da Amazônia.
“Esse instrumento atua para a promoção da redução dos custos da CCC a partir da incorporação da visão do empreendedor no planejamento dos Sistemas Isolados por meio de propostas de soluções de suprimento, seja para expandir, substituir ou complementar a geração existente nas localidades,”
explicou Costa.
- Redução de custos da CCC
- Incorporação de fontes renováveis
Quais são as etapas do funcionamento da LPI?
O funcionamento da LPI ocorre em várias etapas. Inicialmente, um agente do setor elétrico manifesta interesse em um projeto, seguido pela avaliação da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Se viável, a proposta é incorporada ao ciclo de planejamento. O MME analisa a lista de projetos para inclusão em leilão, com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) responsável pela operacionalização.
Quais são as oportunidades e aprimoramentos para leilões?
Durante o workshop, o MME e a EPE discutiram os próximos passos dos leilões dos Sistemas Isolados, com foco em governança, planejamento, capacitação, inovação e transparência. O planejamento do atendimento aos Sistemas Isolados, publicado em dezembro de 2025, aponta o balanço entre oferta e demanda de energia elétrica para os próximos cinco anos.



