A Lua está na fase de Gibosa Crescente neste domingo, 29 de março de 2026, com 85% de sua superfície iluminada, a poucos dias da Lua Cheia prevista para 1º de abril. O fenômeno pode ser observado de diversas regiões do planeta, inclusive do Brasil, permitindo a visualização de mares, crateras e montanhas lunares com diferentes níveis de equipamentos ópticos.
De acordo com informações do Mashable, a fase atual da Lua é a Gibosa Crescente, conforme indicado pelo guia diário lunar da NASA.
A NASA explica que a Lua completa uma órbita ao redor da Terra em aproximadamente 29,5 dias, passando por oito fases distintas. Embora sempre apresente a mesma face para o nosso planeta, a iluminação solar varia conforme sua posição, gerando os diferentes aspectos observados da superfície lunar.
O que é possível observar na Lua hoje sem equipamentos?
Sem o uso de binóculos ou telescópios, é possível identificar a olho nu os mares Serenitatis, Imbrium e Vaporum. Essas são algumas das principais formações visíveis na atual fase da Lua.
Quais detalhes aparecem com binóculos?
Com o auxílio de binóculos, o observador consegue ver também o Mare Frigoris, a cratera Archimedes e a cratera Clavius. Essas estruturas tornam-se mais nítidas com esse tipo de equipamento.
O que um telescópio permite ver na superfície lunar?
Usando telescópio, é possível observar as montanhas do Cáucaso, a região onde pousou a Apollo 12 e a cratera Linne. Esses detalhes mais precisos enriquecem a observação astronômica amadora.
A fase atual antecede a Lua Cheia, momento em que o satélite natural da Terra aparece completamente iluminado. No hemisfério norte, a iluminação progride da direita para a esquerda durante o ciclo crescente; no Brasil e em outras áreas do hemisfério sul, a percepção visual é invertida, com a parte iluminada avançando da esquerda para a direita.
As oito fases lunares são: Lua Nova, Lua Crescente, Quarto Crescente, Gibosa Crescente, Lua Cheia, Gibosa Minguante, Quarto Minguante e Lua Minguante. Cada uma representa uma porção diferente da superfície lunar iluminada pelo Sol.
Na Lua Nova, o satélite fica posicionado entre a Terra e o Sol, deixando o lado voltado para nós completamente escuro. Na fase Crescente, surge uma fina fatia de luz; no hemisfério sul, como no Brasil, ela é vista no lado esquerdo do disco lunar. O Quarto Crescente mostra metade da Lua iluminada.
A fase Gibosa Crescente, atual neste 29 de março, apresenta mais da metade da superfície iluminada, mas ainda não chega ao ponto máximo de visibilidade. A Lua Cheia ocorre quando toda a face visível está completamente iluminada.