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Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans e bilionário da Forbes, morre aos 43 anos

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Leonid Radvinsky, empresário ucraniano e proprietário do OnlyFans, morreu nesta segunda-feira, 23 de março de 2026, aos 43 anos, segundo comunicado divulgado pela empresa sediada em Londres. A morte foi informada pela plataforma, que afirmou que ele faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer. Nascido em Odesa, na Ucrânia, e radicado nos Estados Unidos desde a infância, Radvinsky construiu fortuna no setor de tecnologia e ocupava posição na lista de bilionários da Forbes.

De acordo com informações do g1 Economia, a empresa pediu privacidade para a família neste momento. Em nota, o OnlyFans afirmou:

“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer.”

Ainda segundo o comunicado divulgado pela companhia, a família solicitou reserva diante da perda. Radvinsky mantinha perfil discreto, evitava entrevistas e tinha pouca exposição pública, apesar de comandar uma das plataformas digitais mais conhecidas dos últimos anos. O OnlyFans ganhou relevância global ao permitir que criadores cobrem assinatura diretamente de seus seguidores, e o Brasil está entre os mercados de maior visibilidade da plataforma.

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Quem foi Leonid Radvinsky?

Leonid Radvinsky nasceu em Odesa, na Ucrânia, e se mudou ainda criança para os Estados Unidos com a família. Ele morava na Flórida e era descrito, em uma biografia atribuída a ele, como alguém que passou as últimas duas décadas construindo empresas de software e contribuindo para o movimento de código aberto.

Além do controle do OnlyFans, ele também era dono da Leo, um fundo de capital de risco fundado em 2009 e voltado para investimentos em empresas de tecnologia. Segundo a BBC, Radvinsky doou mais de US$ 1,3 milhão, o equivalente a R$ 6,7 milhões, em criptomoedas para a Ucrânia após a invasão russa iniciada em 2022.

Como ele construiu sua trajetória nos negócios?

O início da trajetória empresarial de Radvinsky remonta ao período em que estudava economia na Northwestern University. No fim dos anos 1990, ele fundou uma empresa chamada Cybertania. De acordo com a Forbes, ele comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas.

Em 2018, o empresário comprou uma participação no OnlyFans, plataforma criada em 2016 e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido. O serviço havia sido concebido como uma rede em que criadores cobravam pelo acesso a diferentes tipos de conteúdo, de cursos a performances artísticas. A expansão mais intensa da plataforma, porém, ocorreu em meados de 2020, quando ela ganhou projeção associada à comercialização de conteúdo erótico. No Brasil, a plataforma se tornou uma fonte de renda para criadores digitais e profissionais do entretenimento adulto, o que amplia o impacto da notícia entre usuários e produtores de conteúdo no país.

  • Nasceu em Odesa, na Ucrânia
  • Mudou-se ainda criança para os Estados Unidos
  • Fundou a Cybertania no fim dos anos 1990
  • Comprou participação no OnlyFans em 2018
  • Também controlava o fundo Leo, criado em 2009

Qual era o patrimônio de Radvinsky e o que acontece com o OnlyFans?

Na lista de bilionários da Forbes publicada no início de março, Radvinsky aparecia na 870ª posição entre os mais ricos do mundo. Segundo o ranking, seu patrimônio era de US$ 4,7 bilhões, cerca de R$ 24,8 bilhões.

A morte do empresário também levanta dúvidas sobre a sucessão no comando do OnlyFans. Conforme o texto original, não há informações públicas sobre filhos de Radvinsky, e a empresa não informou quem deverá assumir seu lugar na gestão ou no controle do negócio.

Em janeiro deste ano, a Reuters noticiou que Radvinsky negociava a venda de sua participação majoritária para a empresa de investimentos Architect Capital por cerca de US$ 5,5 bilhões, o equivalente a R$ 29,2 bilhões. Segundo a agência, as conversas ainda estavam em estágio inicial.

Que outros aspectos da vida pessoal foram mencionados?

Além de sua atuação em tecnologia, a biografia citada na reportagem afirmava que o bilionário dedicava tempo, esforço e dinheiro a causas sem fins lucrativos, incluindo iniciativas de código aberto e instituições de caridade tradicionais.

O texto também dizia que Radvinsky tinha interesse por helicópteros e se descrevia como um aspirante a piloto com cerca de 95 horas de voo, principalmente em um Bell 206B-3 JetRanger. Fora dessas informações, ele manteve sua vida pessoal longe da exposição pública ao longo da carreira.

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