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Operação Mute: Polícia Penal apreende celulares em presídio no Acre

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Polícia Penal deflagra 10ª fase da Operação Mute em presídio de Rio Branco

A Polícia Penal do Acre deflagrou a 10ª fase da Operação Mute na noite de segunda-feira (16 de março), no Núcleo de Custódia Especial da Divisão de Estabelecimento Penal de Regime Fechado, conhecido como UP4, em Rio Branco, capital do estado. A ação, coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) — órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública —, visa combater a comunicação ilícita dentro do sistema prisional em todo o país.

De acordo com informações da Agência de Notícias do Acre, a operação tem como foco principal a apreensão de celulares e outros dispositivos de comunicação, buscando interromper o contato de detentos com o mundo exterior, bem como a apreensão de materiais ilícitos.

O chefe da Divisão de Estabelecimento Penal de Regime Fechado, Manoel dos Santos Júnior, detalhou o objetivo da operação:

Temos como objetivo a desarticulação das organizações criminosas com a retirada de aparelhos celulares e outros objetos ilícitos.

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Quais órgãos participaram da Operação Mute no Acre?

A operação contou com a participação de diversos órgãos de segurança e fiscalização, demonstrando um esforço conjunto para combater o crime organizado dentro e fora dos presídios. Além da Polícia Penal e suas especializadas, a ação envolveu a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o Ministério Público do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e a Polícia Federal, por meio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco).

Qual o resultado da revista nas celas do presídio?

Durante a revista nas celas da unidade prisional, a Polícia Penal apreendeu dois aparelhos celulares. A apreensão representa um golpe nas tentativas de comunicação não autorizada e na articulação de atividades criminosas a partir do presídio. A operação demonstra o compromisso das autoridades em manter a ordem e a segurança dentro do sistema prisional, combatendo o crime organizado e garantindo a execução da pena de forma justa e segura.

  • Objetivo principal: Desarticular organizações criminosas.
  • Meio: Retirada de celulares e outros objetos ilícitos.
  • Local: Núcleo de Custódia Especial da Divisão de Estabelecimento Penal de Regime Fechado (UP4), em Rio Branco.

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