CAE aprova isenção de PIS/Cofins para áreas de livre comércio na Amazônia - Brasileira.News

    CAE aprova isenção de PIS/Cofins para áreas de livre comércio na Amazônia

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    CAE confirma redução tributária para áreas de livre comércio da Amazônia
    Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza reunião deliberativa com 6 itens. Entre eles, o PL 2.697/2023, que "altera a redação da Lei nº 11.732, de 30 de junho de 2008, para prever equiparação à exportação às operações de aquisição ou venda de mercadorias nacionais ou nacionalizadas efetuadas por empresas estabelecidas nas áreas de livre comércio de Tabatinga, de Macapá e Santana, de Brasiléia, de Cruzeiro do Sul e de Guajará-Mirim". Mesa: presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL); senador Jorge Kajuru (PSB-GO). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou, em turno suplementar, o substitutivo ao PL 2.697/2023, que zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre vendas internas nas Áreas de Livre Comércio (ALCs) da Amazônia. De acordo com informações da Agência Senado, a decisão foi tomada nesta terça-feira (17) e, caso não haja recurso para votação no Plenário, o texto seguirá para a Câmara dos Deputados.

    O projeto de lei (PL 2.697/2023) é de autoria do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, senador Alan Rick (Republicanos-AC).

    Alan Rick justificou que o substitutivo busca tratar de forma igualitária todas as ALCs, utilizando uma lei interpretativa para lidar com uma questão que já está sendo discutida na Justiça.

    ## Quais áreas serão beneficiadas pela isenção?

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    O projeto de lei beneficia as Áreas de Livre Comércio de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC) e Guajará-Mirim (RO).

    ## Qual o objetivo principal do PL 2.697/2023?

    O objetivo é reduzir a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins nas vendas internas realizadas nessas áreas. O relator Alan Rick também destacou que a proposta esclarece o alcance da Lei 10.996, de 2004, que concede benefícios fiscais específicos, e restaura o estado anterior à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a matéria, que garantiu a equiparação às exportações das empresas das ALCs de Roraima.

    ## O que acontece após a aprovação na CAE?

    Após a aprovação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o texto segue para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação no Plenário do Senado.

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